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Trabalho iniciado em 2011 gera economia para os cofres públicos

No mês em que completa seis anos de sua criação, a Comissão de Avaliação Documental (CAD) da Justiça Federal no Ceará (JFCE) em Fortaleza comemora o resultado expressivo de seu trabalho, ultrapassando a marca de 100.000 processos analisados.

Equipe da CAD analisou 104.175 processos em seis anos de atividade. Membros da comissão analisam conteúdo dos feitos arquivados, seguindo as normas referentes à gestão de documentos.

Foram ao todo 104.175 processos submetidos aos trabalhos da Comissão, que consiste na análise minuciosa do conteúdo dos feitos arquivados, seguindo as normas referentes à gestão de documentos, como a Resolução nº 318/2014 do Conselho da Justiça Federal (CJF). Os processos são então encaminhados para descarte e reciclagem do papel resultante dos trabalhos, sendo, contudo, preservada uma reserva amostral dos documentos.

Após análise, é preservada uma reserva amostral dos documentos. Até o momento já foram descartados 87.935 processos, contabilizando um total de 29.949,50 quilos de papel.

Segundo o presidente da Comissão e Diretor do Núcleo Judiciário, José Vander Tomaz Chaves, até o momento já foram descartados 87.935 processos, contabilizando um total de 29.949,50 quilos de papel. “O conteúdo descartado é doado para reciclagem à Rede de Catadores de Resíduos Sólidos Recicláveis do Estado do Ceará”, explica.

Servidores que trabalham nas quintas-feiras na CAD/Fortaleza. Servidores que trabalham nas sextas-feiras na CAD/Fortaleza.

Atualmente, participam da CAD/Fortaleza 14 servidores que se revezam todas as quintas e sextas-feiras, dedicando-se integralmente aos trabalhos da Comissão. São eles: Carlos Roberto Britto Gomes Pinto (11ª Vara), Denise Feitosa Nunes (20ª Vara), Eliane Pereira de Araújo (1ª Vara), Francisco Dias Maia Neto (Seção de Arquivo e Depósito Judicial), Gianpaolo Teixeira Priante (1ª Vara), João Eudes Azevedo de Souza (9ª Vara), Jorge Alberto Pontes Mascarenhas (28ª Vara), José Alberto Lima Torres (20ª Vara), José Vander Tomaz Chaves (Núcleo Judiciário), Lauro Nogueira Sá Mota Filho (11ª Vara), Marcelo Andrade da Silveira (7ª Vara), Marcos Augusto Marinho Rodrigues (Seção de Arquivo e Depósito Judicial), Marcos Aurélio Sousa Moura (28ª Vara) e Teresa Cristina Rocha Gomes Garcez (11ª Vara).

Economia

Além do papel socioambiental, os resultados da CAD também se refletem na esfera econômica: em 2016, a JFCE deixou de alugar galpão destinado utilizado apenas para acondicionar parte dos processos arquivados e conseguiu transferir todos para suas dependências. A redução de custos ocorreu não apenas com o valor do aluguel do espaço, mas também com energia elétrica, água, telefonia, link de internet, postos terceirizados administrativos, de limpeza e de vigilância patrimonial.

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